Abertura do XI Simpósio sobre Cafeicultura em Manhuaçu-MG
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A cidade de Manhuaçu sediará, entre os dias 21 a 23 de março, o 11º Simpósio de Cafeicultura de Montanha do Leste de Minas Gerais. O tema deste ano é ” Café das Montanhas – Cada Vez Melhor”. O simpósio traz as mais recentes pesquisas, tendências de mercado e as últimas novidades do setor cafeeiro.
Ao participar como debatedor, Mário Heringer vai estimular novas políticas de incentivo ao setor da cafeicultura de montanha, bem como, sobre a necessidade de repactuação das dívidas alongadas dos produtores rurais junto as entidades financeiras e ao Funcafé.
“As altas taxas de juros, proveniente da política cambial do governo e a desvalorização dos preços de café entre os anos 2001 a 2004, contribuiram para a inadimplência dos nossos produtores.” analisa Mário Heringer.
O deputado acredita que o momento é para investir na cafeicultura. Segundo ele, o Simpósio é importante, pois quem tem informação domina o mundo. O 11º Simpósio de Cafeicultura terá mais de 30 expositores, palestrantes e autoridades do setor.
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O Comitê Diretor de Planejamento Estratégico do Agronegócio do Café (CDPE/Café), reunido no dia 14/02 no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, discutiu os critérios para alocação de recursos para a próxima safra de café.
O deputado federal Mário Heringer (PDT-MG) começou a trabalhar pela reativação da Frente Parlamentar em Defesa da Representação Proporcional dos Municípios Brasileiros (Frente dos Vereadores).
A imprensa nacional continua divulgando o aumento nos gastos das Câmaras Municipais, mesmo com um número menor de vereadores. Dessa vez, o jornal Tribuna de Minas publicou uma pesquisa realizada pela Aequus Consultoria, que mostra as despesas no legislativo.
Recebemos do companheiro José Jorge Emídio, Vereador de Barbacena, comunicado informando que os Vereadores daquela cidade mineira, marcaram audiência e serão recebidos já no próximo dia 20/04, com o Vice-Presidente da Câmara dos Deputados, Dep. Nárcio Rodrigues, para tratar de assuntos relativos a PEC 333/2004, a PEC dos Vereadores.Entretanto, entendemos que, com V.Exa. nomeando neste momento a Comissão, faremos justiça ao pleito do PSOL, que é legítimo.
Por isso, vamos votar a proposta original, mas estamos contando que se dê agilidade suficiente para que atendamos aos menores partidos em seus legítimos pleitos.
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Com o advento da Organização Mundial do Comércio, as barreiras comerciais entre os paises passaram a ser sobretudo de ordem sanitária e fitossanitária, as restrições sobre resíduos e contaminantes em produtos alimentares a cada ano se tornam mais rigorosas, por parte dos paises importadores. O Departamento do Café se empenhou em obter os níveis máximos de ingredientes ativos, registrados no Brasil, aceitos pelo Japão, e de contaminantes pela União Européia.
A União Européia não fixou qualquer nível para ocratoxinas em café verde, o que permite cada país importador deliberar sobre seu nível máximo,
Alertamos que o Ministério da Agricultura do Japão deliberou não aceitar sequer traços das acaricidas e asociclotin, avisando que as cargas que apresentarem mesmo traços destes produtos serão rechaçadas.
* Ofício enviado pelo Depto. do Café da Secretaria de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura
Mário Heringer lamenta – “Ainda não foi dessa vez que aprovamos a PEC.”
Até à meia-noite de ontem o deputado federal Mário Heringer (PDT-MG) lutou para colocar a PEC dos vereadores em votação. Passou o dia em conversas com líderes, se reuniu com partidos e bancadas, ligou para colegas parlamentares e tentou, até o último minuto, segurar o quorum em plenário.
Pouco antes, ainda com mais de 400 deputados na Casa, ele cobrou do presidente Aldo a inversão de pauta e a imediata colocação da PEC em votação. “Infelizmente todos os esforços feitos por mim não foram suficientes para sensibilizar o legislativo da importância da matéria”, reconhece Mário Heringer.
Segundo o parlamentar mineiro, a batalha de quase dois anos pela aprovação da PEC 333/04 ficará marcada em sua trajetória política. “Abracei essa causa com afinco. Fiz dela uma missão neste meu primeiro mandato. Arregacei as mangas, trabalhei muito. Coloquei todo o meu gabinete a serviço desta proposta porque sabia que era justa. Mas, como numa guerra, há sempre vencidos e vencedores. Lutamos o bom combate, mas perdemos, tenho de reconhecer”, disse o líder dos vereadores.
Para o deputado, a não votação da PEC neste momento, não inviabiliza outros movimentos pela sua aprovação. Ele acredita que outras formas de ação e estratégias devem ser pensadas no futuro. O pedetista argumenta ainda que a Câmara virá renovada na próxima legislatura, com novos deputados e novas idéias. “Portanto, vamos levantar a cabeça, fazer uma corrente positiva, e torcer para que o próximo parlamento traga mais bons valores para esta Casa”, despede-se Mário Heringer.