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Mário Heringer quer melhor distribuição dos recursos da CPMF

Tramita na Câmara dos Deputados, proposta de emenda à Constituição – PEC, de autoria do Poder Executivo, sugerindo a manutenção da cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), que findaria em dezembro próximo, para o ano de 2011.

Inicialmente os recursos advindos dessa “contribuição” seriam utilizados para amenizar o caos na saúde. Hospitais receberiam mais dinheiro para priorizar o bom atendimento ao povo brasileiro.

Mário Heringer acredita que “seria melhor, antes do Governo propor apenas a prorrogação da vigência do imposto, um melhor estudo para que esses recursos cheguem, de fato, aos nossos hospitais.”

Sugere, inclusive, que parte desses recursos poderiam ser repassados aos governos estaduais e muncipais. “Hoje,
o imposto está totalmente nas mãos da União. Neste ano, essa contribuição deve render as cofres públicos cerca de R$ 38 bilhões. A estratégia seria utilizarmos a discussão da CPMF e da DRU para votarmos assuntos que interessam a Minas Gerais, aos outros estados e principalmente da população que precisa de atendimento em saúde. É um movimento suprapartidário para que os governos estaduais possam também se beneficiar dos recursos da CPMF, diz.

Mário Heringer também destaca: “Mas, se não vamos distribuir aos estados, se não vamos dirigir ao seu objetivo
original “a saúde”, temos então que promover uma retirada gradual dessa carga tributária que pode ser feito
por 4 anos até a sua extinção total.

Mário Heringer fala sobre fidelidade partidária

Programa Câmara Hoje

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A fidelidade partidária é quase unanimidade. Mas, em política, ela pode ter várias formas. As divergências estão expostas em decisões de tribunais e em diferentes projetos. E não resta dúvida que, no caso brasileiro, há um certo abuso no direito de mudar de agremiação.

Câmara dos Deputados volta a funcionar após o recesso


O Plenário Ulisses Guimarães retoma quarta-feira (1º), as votações após 2 semanas de recesso dos parlamentares. A pauta segue trancada pela MP 374/07, entre outras, que prorroga por três anos o prazo para troca de informações entre os regimes próprios de previdência social da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal e o Regime Geral de Previdência Social. O objetivo é garantir a compensação financeira entre os regimes.

Depois de liberar a pauta, os deputados poderão analisar projetos de lei em regime de urgência. Entre eles está o PL 4208/01, do Poder Executivo, que altera o Código de Processo Penal para disciplinar regras na aplicação das chamadas medidas cautelares, da fiança e das prisões preventiva, domiciliar e outras.

Também segue na pauta, o estabelecimento de limites de despesas para as câmaras de vereadores e para sua composição é destaque da pauta entre as propostas de emenda à Constituição. A PEC 333/04 toma como referência a população de cada cidade para criar 24 faixas de número de vereadores. Na menor faixa populacional, de até 15 mil habitantes, a câmara poderá ter até 9 vereadores. A maior faixa é de 55 vereadores, para municípios com mais de 8 milhões de habitantes.

Minas recebe cartilha sobre mudança do sistema analógico de televisão


A população mineira recebeu recentemente uma cartilha de informações sobre a mudança do sistema analógico de televisão para o digital. O lançamento da Cartilha sobre “Sistema Brasileiro de TV Digital” aconteceu em Belo Horizonte, e contou com a presença do ministro das Comunicações, Hélio Costa e parlamentares.

A importância da TV Digital e as conseqüências para o brasileiro foram os temas da palavra do Ministro. O deputado Mário Heringer, membro da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, declarou que esses esclarecimentos por parte do Governo Federal são imprescindíveis ao consumidor. “É importante que a sociedade esteja bem informada sobre as próximas mudanças, o impacto da TV Digital, suas vantagens e desvantagens”, diz.

Votação de PEC dos Vereadores prevista para quarta-feira dia 11

Votação de PEC dos Vereadores prevista para quarta-feira dia 11

Finalmente, a PEC 333/04, conhecida como PEC dos Vereadores, pode ser votada na próxima quarta-feira (11/07). A proposta estabelece novos limites para o número de vereadores e para os gastos nas câmaras municipais.
A emenda que será analisada tem um substitutivo da comissão especial que cria, de acordo com a população dos municípios, 24 faixas diferentes. Para as cidades com até 15 mil habitantes, seriam 9 vereadores. Já as com população superior a 8 milhões de habitantes seriam no máximo 55 vereadores.
O deputado Mário Heringer – presidente da Frente dos Vereadores, incansável na luta pela representatividade dos municípios desde a época da Resolução do TSE que tirou o lugar de mais de 8 mil vereadores em todo o país – tem mobilizado os parlamentares para comparecerem em massa no dia da votação e aprovar a PEC. Segundo ele, “chegou a hora de legislar para as eleições de 2008, cuidando para que os gastos diminuam. Antes, a população fora enganada, porque tiraram a representatividade e o orçamento ficou o mesmo. Mas hoje é tempo de mudança, de regularizar a democracia”, enfatiza .

Se a proposta for aprovada, o número de vereadores aumentará em pouco mais de 5 mil, em relação ao total eleito em 2004, mas a situação ainda será menor do que em 2000. A informação é do Instituto Brasileiro de Administração Municipal (Ibam).

O Deputado Mário Heringer enviou correspondência para todos parlamentares, membros ou não da Frente dos Vereadores, CONVOCANDO-OS para comparecerem em plenário para a votação da matéria.


Clique para saber mais em www.camara.gov.br

Reforma Política: lista fechada ou aberta?

Desde a promulgação da Constituição Federal de 1988 já se discutia a necessidade de uma mudança no sistema político eleitoral. O Congresso Nacional, em sintonia com os anseios da sociedade brasileira, começa esta semana, após compilamento das propostas na Comissão Especial, a analisar as propostas que alteram a estrutura política, tais como: as eleições, os partidos políticos, assuntos relacionados ao mandato e a representação política.
A Comissão Especial criada para estudar esta Reforma Política analisa vários temas, entre eles, a substituição no sistema proporcional, da “lista aberta” para a “lista fechada”. Mas o que vem a ser isto? No Brasil, adotamos a lista aberta desde 1946. Nela, o eleitor vota num partido e escolhe o nome de um candidato apresentado por esse partido. Na prática, porém, os eleitores acabam votando cada vez mais em nomes, e menos em partidos. O foco político torna-se o candidato. O problema da lista aberta é que esse sistema não fortalece a formação de identidades partidárias. Em geral, depois da eleição, o parlamentar muda de partido e o fragiliza. Não há fidelidade.

Já a lista fechada fortalece a identidade partidária, ou seja, foca no partido e não no candidato. Ao votar, o eleitor sabe que a lista é pré-ordenada pelo partido político e os candidatos nas primeiras colocações ficarão com as vagas como titular. Assim, o parlamentar tende a ser fiel à legenda pela qual chegou ao parlamento (caso contrário, nas eleições seguintes, irá para o fim da lista). O grande problema desse modelo é que ele dá um enorme poder às cúpulas partidárias, dificultando o processo de renovação entre os líderes, além disso, tira do eleitor o direito de escolher a pessoa, obrigando-o a votar numa organização.

Por isso mesmo, em diversos países, como na Alemanha, há mecanismos que buscam atenuar esse perigo. Um deles é a lista flexível ou mista: o eleitor vota na relação oferecida pelo partido, mas pode derrubar ou promover nomes dentro dela, amenizando a ditadura das cúpulas.

No Congresso, o que se debate é justamente qual o objetivo pretendido: fortalecer os partidos, na lista fechada, ou continuar com o atual sistema, que privilegia maior vínculo entre representantes e representados, na lista aberta?

A questão da Fidelidade Partidária

Com a proximidade da votação da reforma política no Congresso, a fidelidade partidária é um dos temas mais polêmicos. Objeto do Projeto de Lei Complementar 35/2007, a matéria já está pronta para ir a Plenário. A proposta pretende impedir o “troca-troca” de partidos depois das eleições. A discussão em torno do assunto é sobre de quem ou a quem compete o direito do mandato: se ao parlamentar ou ao partido.

De acordo com referido texto, torna-se inelegível o candidato que mudar de partido nos 4 (quatro) anos seguintes, a contar da data de sua diplomação ao cargo para o qual foi eleito. Argumentos para a aprovação da proposta não faltam: os que são a favor alegam que ela impede a migração partidária por favores e cargos, fortalece as instituições políticas e traz justiça aos partidos, visto que os candidatos dependem deles para se elegerem.

Por outro lado, os contra a fidelidade partidária argumentam que as mudanças entre parlamentares e legendas dá-se pela falta de definição ideológica dentro da própria organização. Além disso, ela não pode ser uma ‘camisa-de-força’ usada contra o parlamentar, que, em determinado instante, pode não ter mais condições de convivência em seu partido.

Lembrando também que ela pode aumentar o autoritarismo dos dirigentes partidários, prejudicando a democracia interna das instituições políticas. E qual sua opinião? A fidelidade partidária é questão de ideologia? O mandato pertence ao parlamentar ou ao partido político?

Componentes da Frente por PARTIDO

Abaixo, nomes dos parlamentares que assinaram a lista de adesão da Frente Parlamentar em Defesa da Representação Proporcional dos Municípios Brasileiros, organizados por nome do partido.

245 parlamentares fazem parte da Frente dos Vereadores – até 30.05.2007

N° NOME DO PARLAMENTAR UF
PARTIDO
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VANESSA GRAZZIOTIN
ALICE PORTUGAL
DANIEL ALMEIDA
CHICO LOPES
RENILDO CALHEIROS
SEVERIANO ALVES
MANATO
ADEMIR CAMILO
MÁRIO HERINGER
ENIO BACCI
POMPEO DE MATTOS
SÉRGIO BRITO
JULIÃO AMIN
DAVI ALCOLUMBRE
ANTONIO CARLOS MAGALHÃES NETO
CLAUDIO CAJADO
FÁBIO SOUTO
FÉLIX MENDONÇA
FERNANDO DE FABINHO
JOSÉ CARLOS ALELUIA
JOSÉ ROCHA
LUIZ CARREIRA
MARCELO GUIMARÃES FILHO
PAULO MAGALHÃES
ALBERTO FRAGA
OSÓRIO ADRIANO
RONALDO CAIADO
NICE LOBÃO
CARLOS MELLES
EDMAR MOREIRA
LAEL VARELLA
ANDRÉ DE PAULA
ROBERTO MAGALHÃES
JÚLIO CESAR
ABELARDO LUPION
EDUARDO SCIARRA
RODRIGO MAIA
FRANCISCO RODRIGUES
ONYX LORENZONI
GERVÁSIO SILVA
JOSÉ CARLOS MACHADO
LIRA MAIA
JUSMARI OLIVEIRA
JOSÉ CARLOS ARAÚJO
NEUCIMAR FRAGA
SANDRO MABEL
ARACELY DE PAULA
JAIME MARTINS
JOSÉ SANTANA DE VASCONCELLOS
LINCOLN PORTELA
WELLINGTON FAGUNDES
WELLINGTON ROBERTO
INOCÊNCIO OLIVEIRA
CHICO DA PRINCESA
ALMIR SÁ
LUCIANO CASTRO
MEDEIROS
MILTON MONTI
ÁTILA LINS
GEDDEL VIEIRA LIMA
VELOSO
ANÍBAL GOMES
EUNÍCIO OLIVEIRA
FLÁVIO BEZERRA
MAURO BENEVIDES
ZÉ GERARDO
ROSE DE FREITAS
LEANDRO VILELA
LUIZ BITTENCOURT
PEDRO CHAVES
GASTÃO VIEIRA
FERNANDO DINIZ
JOÃO MAGALHÃES
LEONARDO QUINTÃO
MARIA LÚCIA CARDOSO
MAURO LOPES
NELSON TRAD
WALDEMIR MOKA
WLADIMIR COSTA
WILSON SANTIAGO
CARLOS EDUARDO CADOCA
MARCELO CASTRO
HERMES PARCIANELLO
MOACIR MICHELETTO
OSMAR SERRAGLIO
TAKAYAMA
ALEXANDRE SANTOS
EDUARDO CUNHA
LEONARDO PICCIANI
HENRIQUE EDUARDO ALVES
NATAN DONADON
CEZAR SCHIRMER
DARCÍSIO PERONDI
ELISEU PADILHA
MENDES RIBEIRO FILHO
ACELIO CASAGRANDE
EDINHO BEZ
MICHEL TEMER
OSVALDO REIS
PAULO HENRIQUE LUSTOSA
MARCELO MELO
ULDURICO PINTO
BENEDITO DE LIRA
CARLOS SOUZA
JOÃO LEÃO
MÁRIO NEGROMONTE
EUGÊNIO RABELO
JOSÉ LINHARES
SANDES JÚNIOR
ANTONIO CRUZ
DILCEU SPERAFICO
NELSON MEURER
RICARDO BARROS
FRANCISCO DORNELLES
SIMÃO SESSIM
NÉLIO DIAS
AFONSO HAMM
LUIS CARLOS HEINZE
ZONTA
CELSO RUSSOMANNO
VADÃO GOMES
ALINE CORRÊA
RENATO MOLLING
COLBERT MARTINS
GERALDO RESENDE
CEZAR SILVESTRI
FERNANDO CORUJA
CLÁUDIO MAGRÃO
DIMAS RAMALHO
ILDERLEI CORDEIRO
BILAC PINTO
CHICO ABREU
GORETE PEREIRA
NELSON GOETTEN
LUCENIRA PIMENTEL
GIVALDO CARIMBÃO
EVANDRO MILHOMEN
ARIOSTO HOLANDA
BARBOSA NETO
JÚLIO DELGADO
MARCONDES GADELHA
GONZAGA PATRIOTA
ALEXANDRE CARDOSO
SANDRA ROSADO
MARIA HELENA
BETO ALBUQUERQUE
LAUREZ MOREIRA
VALADARES FILHO
ZEQUINHA MARINHO
DELEY
REGIS DE OLIVEIRA
JOÃO ALMEIDA
LÉO ALCÂNTARA
MANOEL SALVIANO
MARCELO TEIXEIRA
RAIMUNDOS GOMES DE MATOS
VICENTE ARRUDA
CARLOS ALBERTO LERÉIA
JOÃO CAMPOS
SEBASTIÃO MADEIRA
BONIFÁCIO DE ANDRADA
CUSTÓDIO MATTOS
EDUARDO BARBOSA
NARCIO RODRIGUES
RAFAEL GUERRA
THELMA DE OLIVEIRA
NILSON PINTO
ÁTILA LIRA
ALFREDO KAEFER
GUSTAVO FRUET
LUIZ CARLOS HAULY
JÚLIO REDECKER
PAULO BAUER
ANTONIO CARLOS MENDES THAME
JULIO SEMEGHINI
SILVIO TORRES
RÔMULO GOUVEIA
FELIPE BORNIER
HENRIQUE AFONSO
NILSON MOURÃO
GUILHERME MENEZES
LUIZ ALBERTO
NELSON PELLEGRINO
WALTER PINHEIRO
ZEZÉU RIBEIRO
EUDES XAVIER
JOSÉ AIRTON CIRILO
JOSÉ GUIMARÃES
JOSÉ PIMENTEL
RUBENS OTONI
GILMAR MACHADO
LEONARDO MONTEIRO
MARIA DO CARMO LARA
ODAIR CUNHA
REGINALDO LOPES
VIRGÍLIO GUIMARÃES
ANTÔNIO CARLOS BIFFI
VANDER LOUBET
CARLOS ABICALIL
ZÉ GERALDO
LUIZ COUTO
FERNANDO FERRO
MAURÍCIO RANDS
PAULO RUBEM SANTIAGO
DR. ROSINHA
CARLOS SANTANA
JORGE BITTAR
LUIZ SÉRGIO
FÁTIMA BEZERRA
ANSELMO DE JESUS
EDUARDO VALVERDE
ADÃO PRETTO
MARCO MAIA
MARIA DO ROSÁRIO
TARCÍSIO ZIMMERMANN
CARLITO MERSS
VIGNATTI
ARLINDO CHINAGLIA
DEVANIR RIBEIRO
JOÃO PAULO CUNHA
JOSÉ EDUARDO CARDOZO
RICARDO BERZOINI
VICENTINHO
DÉCIO LIMA
SILAS CÂMARA
ARNON BEZERRA
TATICO
JOVAIR ARANTES
PEDRO FERNANDES
JOSÉ CHAVES
JOSÉ MÚCIO MONTEIRO
PAES LANDIM
ALEX CANZIANI
SANDRO MATOS
JACKSON BARRETO
ARNALDO FARIA DE SÁ
NELSON MARQUEZELLI
RICARDO IZAR
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CARLOS WILLIAN
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