Anteriormente previsto para a pauta desta quinta-feira (29) no Plenário do Supremo Tribunal Federal, o referendo à decisão sobre a PEC dos Vereadores foi adiado para o dia 5 de novembro. Os ministros irão decidir se será mantida ou não a decisão liminar da ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha nos autos da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 4307) ajuizada pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que questiona
dispositivo da Emenda Constitucional 58/09 (PEC dos Vereadores) que alterou a composição das Câmaras Municipais e determinou sua aplicação retroativa às eleições de 2008.
A liminar, que foi deferida pela ministra no último dia 2, para posteriormente ser submetida ao referendo do Plenário, impediu o preenchimento de aproximadamente sete mil vagas criadas com a aprovação da PEC. A Ordem dos Advogados do Brasil ajuizou ação (ADI 4310) sobre o mesmo tema.
Os médicos foram homenageados nesta terça-feira (20) pela Câmara em razão da data que comemora a profissão, 18 de outubro. Além de parlamentares, a sessão solene, sugerida por deputados médicos, contou com a presença de representantes dos 27 conselhos regionais de medicina. O projeto de lei do Ato Médico (7703/06), que define as atividades privativas dos médicos, está pronto para ser votado pelo Plenário.
“Esse projeto é extremamente importante para que a categoria preste uma assistência à saúde de qualidade”, afirmou. O projeto é polêmico porque outros profissionais da área de Saúde, como psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiologistas e enfermeiros, se sentem prejudicados com a reserva de mercado imposta pela proposta.
O deputado Mário Heringer discursou pelo PDT, médico por profissão, defendeu projeto de Lei para que cria a carreira médica e que seja reconhecida como de Estado, “assim o médico não fica a mercê de polticas públicas mal sucedidas” disse. Explicou que um médico do interior recebe um salário-base de três salários mínimos e mais complementos, mas quando se aposenta passa a receber R$ 1,3 mil. Já os profissionais de carreira, como os do Judiciário e do Ministério Público, depois de ir para o interior, têm uma aposentadoria digna, segundo o deputado.
O Governo Federal já repassou R$910,1 milhões aos cofres das prefeituras de todo o país, na segunda (19), como compensação pela queda nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) relativos aos meses de julho e agosto desse ano. Para Minas Gerais, foram repassados R$ 30.743.895,00 do FPM de julho e R$ 84.366.815,00 relativos ao mês de agosto.O deputado federal, Mário Heringer (PDT-MG), comemora o socorro aos municípios, mas disse que é preciso monitorá-los constantemente. “Graças ao acordo entre o governo e a oposição, foi aprovado um crédito orçamentário de R$1 bilhão pelo Congresso Nacional, no final de setembro, que garante esses repasses às prefeituras. Sabemos, entretanto, que isso não resolve todos os problemas dos municípios e nos manteremos atentos”, avisa o parlamentar.
Para Mário Heringer seria importante que os Estados também trabalhassem para recompor parte das perdas do Imposto Sobre Circulação de Mercadoria para os municípios. “O ideal é que haja um soma de esforços nos sentido de amenizar os efeitos de uma crise, que ninguém podia prever. O país já volta ao ritmo de desenvolvimento, mas o aumento da receita ainda levará algum tempo para ser retomado e é preciso garantir o bom funcionamento das prefeituras.”
O subchefe de Assuntos Federativos da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Olavo Noleto, disse que o repasse alcançou todos os municípios brasileiros, sem distinção de porte, região ou perfil econômico. “O benefício, contudo, só chegou para aqueles que, de fato, tiveram perdas na arrecadação”, explica.
No dia 13 de outubro de 2009, foi publicada a Lei nº 12.058, estabelecendo em seu artigo 21, algumas alterações nos prazos para renegociação das dívidas de que trata a Lei nº 11.775, de 2008, alterações estas que foram aprovadas em reunião extraordinária do Conselho Monetário Nacional – CMN, realizada no último dia 15 de outubro, e regulamentada pelo Banco Central do Brasil, na forma das resoluções que a seguir relatamos:
1 – Resolução nº 3.796, de 15/10/2009:“Estabelece prazos e disposições complementares para a efetivação do contido nos arts. 3º e 4º da Lei nº 11.775, de 17 de setembro de 2008”, dispondo:
1.1- Em relação aos artigos 3º e 4º da Lei nº 11.775/08 (PESA):
a)- Até 30/11/2009 para:
à Os mutuários manifestarem interesse em liquidar as parcelas de juros vencidas;
à Os mutuários manifestarem interesse em contratar nova operação de crédito para liquidar as parcelas de juros vencidas, conforme estabelece o art. 3º da Lei nº 11.775, de 2008;
b) Até 30/12/2009 para:
à A quitação do saldo das parcelas de juros vencidas;
à Os mutuários se habilitarem na redução das taxas de juros na forma estabelecida no art. 4º da Lei nº 11.775, de 2008.
2 – Resolução nº 3.799, de 15/10/2009: “Estabelece prazos e disposições complementares para a efetivação do contido nos arts. 1º, 2º, 5º, 6º, 7º, 18 e 29 da Lei nº 11.775, de 17 de setembro de 2008”, dispondo sobre os seguintes prazos para a renegociação das referidas dívidas:
à Até 30/11/2009 – Para os mutuários manifestarem o interesse em aderir ao processo de renegociação das dívidas;
à Até 30/12/2009 – Para a liquidação da operação ou amortização mínima exigida como condição para a renegociação de suas dívidas.
à Operações enquadradas nessa Resolução:
a)- Securitização I e II – Operações Adquiridas ou desoneradas de risco pela União, lastreadas com recursos dos Fundos Constitucionais (FCO, FNE e FNO) e do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (FUNCAFÉ);
b)- RECOOP – Operações contratadas com risco integral ou parcial da União e dos Fundos Constitucionais (FCO, FNE e FNO);
c)- Fundo de Defesa da Economia Cafeeira – FUNCAFÉ;
d)- Programa de Recuperação da Lavoura Cacaueira Baiana;
e)- Operações de custeio rural no âmbito do Pronaf, com risco da União ou do FNO, FNE ou FCO cujos mutuários foram enquadrados no Grupo A ou A/C;
f)- Operações de crédito rural de custeio ou investimento contratadas ou renegociadas no período de 1o de dezembro de 1998 a 31 de dezembro de 2007, em situação de inadimplência em 30 de abril de 2008, lastreadas em recursos do FNO, FNE ou FCO.
3 – Resolução nº 3.800, de 15/10/2009: “Dispõe sobre a linha de crédito para financiamento da aquisição de Cédula de Produto Rural (CPR) com recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira – FUNCAFÉ”, estabelecendo as seguintes condições:
3.1- Objetivo: Financiar a liquidação de dívidas de café vinculadas à Cédula do Produto Rural (CPR), física ou financeira, com vencimentos contratuais previstos até 31/12/2007, inclusive aquelas com vencimento até 2007 substituídas para vencimento em 2008 ou 2009, emitidas por produtores rurais ou suas cooperativas;
3.2- Prazo de reembolso: 4 (quatro) anos, observando que o vencimento da primeira parcela deve ser fixado para:
a)- Até 31/10/2009, para as operações contratadas até 30/09/2009;
b)- Até 31/10/2010, para as operações contratadas a partir de 01/10/2009.
3.3- Encargos Financeiros:
a)- Taxa efetiva de juros de 7,5% ao ano até 30/09/2009;
b)- Taxa efetiva de juros de 6,75% ao ano a partir de 01/10/2009.
O coordenador da bancada mineira no Congresso Nacional, deputado Mário Heringer (PDT-MG) e o coordenador da bancada mineira junto ao Governo do Estado, deputado Nárcio Rodrigues, presidiram, nesta quarta-feira (21), o lançamento do Portfólio 2010. Por meio do portfólio, o Governo de Minas apresentou aos deputados e senadores do Estado as obras que considera prioritárias para possível inclusão de verbas no Orçamento Geral da União de 2010.
As propostas do Governo de Minas para o próximo ano foram apresentadas aos parlamentares pelo subsecretário Estadual de Planejamento e Orçamento, Thiago Coelho, e por uma equipe de técnicos da Subsecretaria. Além disso, representantes de alguns ministérios participaram da reunião para expor à bancada mineira os programas e projetos das diversas pastas para 2010, visando incentivar que os incluam em suas emendas parlamentares.
Heringer avalia que o lançamento do Portfólio 2010 foi produtivo, mas diz que ainda é cedo para detalhar o conjunto de emendas que será apresentado pela bancada mineira. “Vamos esperar o quadro se definir um pouco mais para não gerar expectativas desnecessárias. Estamos avaliando as propostas do Governo de Minas para chegar ao um consenso em torno da destinação dos recursos federais.”
De acordo com o deputado, o objetivo é permitir o diálogo entre o Governo de Minas e os parlamentares para que, na medida do possível, apresentem emendas ao orçamento que conciliem os interesses das áreas de atuação de cada um deles com as obras prioritárias na avaliação da Administração Estadual.
O deputado federal Mário Heringer (PDT-MG), coordenador da bancada mineira no Congresso Nacional, e demais parlamentares que encabeçam um movimento para incluir as obras da BR-440 no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) conseguiram assegurar a presença de dois ministros para a solenidade de assinatura da ordem de serviço para o início das obras de implantação do Plano Viário de Juiz Fora, que contempla 9 Km da rodovia. A solenidade aconteceu nesta quarta-feira (14), às 10 horas, no Km 5 da BR-440.
O ministro dos transportes, Alfredo Nascimento, e o ministro das comunicações, Hélio Costa, foram a Juiz de Fora acompanhados pelos deputados Mário Heringer, Virgílio Guimarães (PT-MG), Jaime Martins (PR-MG), que é presidente da Comissão de Viação e Transportes e o deputado Alexandre Silveira (PPS-MG), que preside a Comissão de Segurança Pública da Câmara Federal.
Para o deputado Mário Heringer, a disposição dos dois ministros de irem a Juiz de Fora é um indício de que estão sensibilizados com o pleito dos deputados. “Já oficializamos aos ministros o pedido para incluir as obras da BR-440 no PAC, visando a liberação garantir e a liberação mais rápida dos recursos para as obras que estão em andamento e são de importância para a população da região. Além desta visita que faremos à rodovia, aguardamos o agendamento de audiência com a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, para tratar deste assunto”, explicou.
Tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada para a comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania o Projeto de Lei 4302/08, do deputado Mário Heringer (PDT-MG), que estabelece a obrigatoriedade de as operadoras de telefonia móvel oferecerem serviços de roaming interestadual, independente de acordo prévio entre elas sobre o serviço.
A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática já aprovou, este mês, o texto substitutivo ao projeto do relator, deputado Paulo Roberto Pereira (PDT-MG),
O deputado Mário Heringer explica que o projeto visa garantir o acesso universal do roaming aos usuários da telefonia móvel. “As pequenas localidades serão as mais beneficiadas porque nelas as operadoras não têm interesse de acertar os acordos de roaming. O objetivo final é contribuir para melhorar a qualidade dos serviços prestados à população em todos os rincões deste país de dimensões continentais”, explica.
O roaming permite que o usuário obtenha o sinal de telefonia em áreas fora da localidade geográfica onde o celular está registrado. Para isso, entretanto, é preciso que a operadora, ou outra com a qual ela tenha acordo sobre o serviço, disponha de tecnologia compatível à do celular em uso.
Se o celular for de tecnologia GSM, por exemplo, só fará roaming em redes GSM. Daí a necessidade de acordo de disponibilização do serviço entre diferentes operadoras com a mesma tecnologia.?
Pelo projeto original, à Agência Nacional de Comunicações (Anatel) ficaria encarregada de regulamentar as soluções técnicas para compatibilizar tecnologias diferentes. Pelos ajustes feitos na proposta pelo relator, ficou definido que, em caso de incompatibilidade entre a tecnologia do aparelho do usuário e a da rede da prestadora visitada, a obrigação deixará de ser da operadora.
O substitutivo estabelece ainda que se a prestadora não conseguir pactuar os termos do acordo para atender os usuários em roaming, a Anatel deverá arbitrar as condições do ajuste no prazo de noventa dias.
O texto aprovado na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática insere a proposta na Lei Geral de Telecomunições (LGT – Lei 9472/97), ao invés da lei autônoma prevista pelo projeto original. Por fim, o substitutivo dá prazo, também de noventa dias, após a vigência da nova lei, para a adaptação das prestadoras.
A Frente Legislativa Brasileira e a Associação Brasileira de Câmaras Municipais, na pessoa de seus repreentantes legais, os Srs. Amauri Rodrigues e Rogério Rodrigues, assinaram contrato de prestação de serviços junto ao escritório de advocacia do Dr. Paulo de Castro e Adv. Associados em Brasília.
Pelo contrato, fica o escritório incumbido de efetuar a peça de defesa dos suplentes na causa do ADIN 4307 que tramita no STF.
Na semana passada, a ministra Carmen Lúcia do STF deferiu liminar, na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4307 para suspender a eficácia do artigo 3º, inciso I, da Emenda Constitucional nº 58/09, que determinava que a alteração no cálculo dos números de vereadores já deveria valer para as eleições de 2008. A decisão da ministra, retroativa à data da promulgação da Emenda Constitucional, ainda deverá ser referendada pelo Plenário em breve (previsto para o dia 28/10).
O deputado Mário Heringer considera positiva a contratação do escritório para defender os interesses dos suplentes de todo Brasil, e informa que continuará agindo politicamente junto aos diversos setores governamentais. Lembra também que é necessário a adesão desses suplentes, “é importante que os suplentes liguem, mandem emails, cartas e até pessoalmente, façam pressão juntos aos parlamentares de seus estados, a união de todos fortalece o movimento”. Para ver a ação no site do STF acesse:
O deputado federal Mário Heringer (PDT-MG) participou nesta terça-feira (13) de audiência pública na Assembleia Legislativa de Minas Gerais a convite do deputado estadual Wander Borges (PSB), autor do requerimento da reunião da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.
O objetivo foi discutir as razões que impedem a implantação do sistema de água no Chacreamento de São Sebastião de Maquiné, em Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Embora o fornecimento de água tenha sido determinado por meio de um Termo de Ajustamento de Conduta (TEC) firmado, em 2005, entre o Ministério Público de Minas Gerais e a Copasa (companhia de saneamento do Estado), o problema não foi resolvido até agora.
Mário Heringer explicou às dezenas de moradores da comunidade que os deputados não fazem obras, mas trabalham para cobrar que sejam realizadas. “É uma situação de extremo descaso público. A Copasa explora a concessão dos serviços de água e esgoto em Minas, lucra muito e tem obrigação de prestar bons serviços à população. Não existe uma justificativa técnica ou jurídica que explique a situação difícil destes cidadãos, que como relatou uma moradora, encontram peixes, minério e todo tipo de impurezas nas água em suas casas e isso quando têm água nas torneiras. Como coordenador da bancada mineira, em Brasília, me coloco à disposição para unirmos esforços em busca de uma solução”, disse o deputado.
Para Ailton Gomes da Silva, presidente da Associação Comunitária Bom Destino, da qual faz parte o Chacreamento de São Sebastião de Maquiné, a ausência de um representante do Ministério Público, da Prefeitura de Santa Luzia e do loteador da área mostram o descaso que o problema é tratado. “Onde ficam a Carta Magna e os direitos humanos deste país? A comunidade já sofre há muitos anos com a falta de água tratada. Enfrentamos constantemente o jogo de empurra entre a Prefeitura, o Ministério Público e a Copasa”, desabafou.
Na avaliação do deputado estadual, Fábio Avelar (PSC), já houve avanço no processo para levar a rede de água até a comunidade na medida em que foram revistos os termos do TEC e que obtiveram da Copasa o compromisso de estudar caso a caso os loteamentos clandestinos para tentar apontar as saídas possíveis para atendê-los. O parlamentar pediu ao representante da empresa que adiante os estudos técnicos para instalação da rede de água no Chacreamento de São Sebastião de Maquiné para que, as obras possam ser iniciadas o quanto antes, caso venham a ter os recursos garantidos para a execução da serviço.
O superintendente metropolitano da Copasa, Clévio Antônio Batista, se comprometeu a tentar atender à solicitação do deputado e explicou que levar água aos loteamentos clandestinos que surgiram na década de 80, sem nenhuma infraestrutura, é mais difícil do que parece. Ele alegou que quando o loteamento é planejado, o custo das obras são mais baixos e a execução se torna mais viável. “Estamos estudando a situação de doze comunidades em Santa Luzia para ver o que é possível fazer”, revelou.
Apesar de não atender à demanda desta localidade do município, a Copasa está investindo atualmente R$65 milhões em obras em outras regiões de Santa Luzia. A audiência pública também contou a presença do deputado estadual, Almir Paraca (PT).
Conforme já divulgamos em informativos anteriores, o Governo Brasileiro autorizou a CONAB a adquirir 1.000.000(um milhão) de sacas de café diretamente dos produtores. O preço pago por saca de café pelo Governo para cafés arábicas bebidas duro para melhor, será de R$261,69 para tipo 6 e R$254,01 para tipo 7.
O Governo irá comprar também cafés tipo 7 bebida riada a R$240,16 e tipo 7 bebida rio a R$213,16. Todas as aquisições são acrescidas de reembolso do valor da sacaria e do ICMS. Cada produtor poderá participar com até mil sacas de 60 kg.
A CONAB deverá divulgar em breve as normas para aquisição e informou que está apenas aguardando o repasse dos recursos por parte do Tesouro Nacional para iniciar as operações. Os produtores interessados devem tomar as seguintes providências:
– Comunicar a gerencia operacional (GEOPE) da superintendência estadual da CONAB(vide endereços no final deste informativo), via telefone, email, ou pessoalmente, sobre a intenção de realizar a venda para o Governo. Feita esta comunicação, a CONAB irá informar ao produtor em quais armazéns ele pode realizar a entrega. Esta comunicação já pode ser feita, sendo importante para que a CONAB faça a distribuição dos recursos conforme a demanda apresentada.
– Após a comunicação a CONAB irá entrar em contato com os interessados indicando a partir de que data a entrega pode ser realizada.
– No dia da entrega a CONAB efetua a classificação e empilhamento do café, e emite o certificado de depósito e a AGF (que é a Nota Fiscal de aquisição da CONAB).
– De posse da AGF, o produtor se dirige a uma agência do Banco do Brasil, que providenciará o pagamento do café.
– Para os produtores rurais Pessoas Jurídicas é necessário a inscrição no SICAF (cadastro de fornecedores do Governo Federal), com a apresentação das certidões negativas de FGTS, INSS, Receitas Federal, Estadual e Municipal.
– Para os produtores rurais Pessoas Físicas, basta a apresentação da Declaração de Produtor Rural atualizada.
Somadas as aquisições diretas e as opções de venda, cujos exercícios se iniciam em novembro próximo, o Governo irá adquirir aproximadamente 4 milhões de sacas dentro dos próximos 180 dias. Acreditamos que a partir das primeiras vendas ao Governo, o mercado de café apresente melhores cotações.
ENDEREÇOS DAS SUPERINTENDÊNCIAS REGIONAIS DA CONAB: SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL: MINAS GERAIS?CNPJ: 26.461.699/0119-72?Inscr. Estadual: 0627450130083?Superintendente: Cleide Edvirges Santos Laia?Tel..: (31) 3290-2800?Fax..: (31) 3290-2784?E-mail: [email protected]?Rua Prof. Antonio Aleixo, 756 Bairro de Lourdes?30180-150 Belo Horizonte, MG