Comissão de Direitos Humanos vai ao Ceará investigar documentos sigilosos da época da ditadura militar
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Fonte: TV Câmara
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Fonte: TV Câmara
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“O governo está demorando para resolver o assunto. Defendo uma abertura imediata dos arquivos da ditadura militar.”
– Mário Heringer |
O Deputado Mário Heringer, classificou como gravíssima a queima de documentos confidenciais na Base Aérea de Salvador. O deputado acha que o governo está demorando a resolver o assunto e defende a abertura imediata dos arquivos da ditadura militar.
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O deputado Mário Heringer, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, classificou como gravíssima a queima de documentos confidenciais na Base Aérea de Salvador. O deputado acha que o governo está demorando a resolver o assunto e defende a abertura imediata dos arquivos da ditadura militar.
Fonte: TV Câmara
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“Precisamos convencer os militares de que não estamos fazendo caça às bruxas. Queremos dar uma satisfação às famílias dos mortos e desaparecidos.”
– Mário Heringer |
1) Instalação da Comissão;
2) Propostas
a) Visitas:
• Ministro da Defesa
• Ministro da Justiça
• Ministro da Casa Civil
• Presidente da Câmara dos Deputados
• Presidente do Senado Federal
• Presidente do Supremo Tribunal Federal
3) Reunião deliberativa para apresentação de requerimentos: Convites
a) Ministro da Defesa
b) Ministro das Relações Exteriores
c) Ministro da Justiça
d) Tortura Nunca Mais
e) Anistia Internacional
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A Comissão de Direitos Humanos e Minorias realizou nesta manhã audiência pública para discutir crimes que chocaram todo o país: a morte e a mutilação de crianças nas regiões Norte e Nordeste. De 1988 a 92, 14 crianças foram seqüestradas e assassinadas em Altamira, no Pará. Eram meninos pobres, com idades que variavam de 8 a 13 anos.
Todos tiveram os órgãos genitais mutilados. Crimes semelhantes foram cometidos entre 89 e 2003, no Maranhão. Outras 30 crianças foram mortas da mesma maneira. As investigações apontaram o mecânico Francisco das Chagas como responsável pelos crimes. Ele está preso, mas outras 04 pessoas também cumprem pena, apesar da confissão de Francisco das Chagas.
A audiência pública contou com a participação de advogados, delegados, promotores, peritos e de parentes dos dois médicos, um empresário e um policial militar que estão presos. Segundo o presidente da Comissão, deputado Mário Heringer, é necessário verificar se existe realmente conexão entre os crimes dos dois Estados e se essas pessoas estão presas indevidamente.
Fonte: TV Câmara
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“O Governo não pode abrir mão de tornar públicos os documentos do período do regime militar (1964 a 1985), porque é uma postulação da sociedade.”
Mário Heringer
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Mas, segundo Heringer, para o presidente Lula mostrar que não quer problemas com as Forças Armadas, terá de recuperar o equipamento e a defasagem salarial do Exército, Aeronáutica e Marinha. “O equipamento do Exército Brasileiro hoje é inferior ao da Colômbia. Constatei isto pessoalmente na visita que fiz recentemente ao Amazonas, precisamente nas cidades de Tabatinga, no Brasil, e Letícia, na Colômbia”. Mário Heringer acha ainda que o Governo não poderá abrir mão de tornar públicos os documentos do período do regime militar (1964 a 1985), porque é uma postulação da sociedade. Ele anunciou que ainda nesta semana o presidente da Câmara dos Deputados, João Paulo Cunha (PT-SP), vai indicar os cinco parlamentares que vão constituir a comissão especial para estudar e definir os critérios legais para a liberação e publicação dos documentos considerados sigilosos no país.
Sobre os documentos que estão em poder da Comissão de Direitos Humanos, e que já foram catalogados, Heringer garantiu que até sexta-feira eles serão doados ao Museu da República, no Palácio do Catete, onde ficarão à disposição da população.
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Em entrevista ao Jornal Câmara Hoje, o deputado Mário Heringer, comenta o depoimento do cabo Firmino à Comissão de Direitos Humanos e defende cautela do Governo Lula na liberação de documentos sigilosos da época da ditadura militar.
Fonte: TV Câmara
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O deputado Mário Heringer anuncia que vai reunir a comissão de direitos humanos para deliberar a respeito de uma investigação em torno das fotos publicadas e que foram entregues àquela comissão, em 1997, pelo cabo do exército Firmino, que serviu aos serviços de inteligência da força e que, tudo indica, queria se vingar por não ter sido promovido a terceiro sargento.
O deputado e historiador Chico Alencar reconhece que a anistia encerrou esse como outros casos, mas que rever a história é uma obrigação de historiadores e de todos os brasileiros. Chico Alencar também apoia o convite feito pela comissão para que o cabo venha a depor.
Fonte: TV Câmara